Gestão de crise: preparação é tudo
Empresas que investem em preparação para crises se recuperam em média três vezes mais rápido do que aquelas que são pegas de surpresa. Essa diferença não é sorte — é resultado de planejamento deliberado e cultura organizacional.
O que compõe um plano de crise
- Mapeamento de riscos e vulnerabilidades
- Definição de porta-vozes e níveis de autorização
- Protocolos de resposta por tipo de crise
- Templates de comunicação pré-aprovados
- Lista de contatos de mídia e stakeholders-chave
- Simulações e treinamentos periódicos
A diferença que o treinamento faz
Em uma crise real, não há tempo para aprender. As respostas precisam ser quase automáticas. É por isso que simulações realistas são parte indispensável da preparação. Porta-vozes que já passaram por simulações de crise respondem com muito mais clareza e consistência quando a situação real acontece.
Crise não avisada quando vai chegar. Mas você pode escolher estar preparado quando ela chegar.
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